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QR de junho: Chevrolet Sonic encara os rivais Fiat Pulse e VW Tera

SUV de entrada da GM chegou para incomodar seus concorrentes líderes do segmento, por isso destrinchamos quais pontos ele perde e quais ele ganha nessa disputa

Por Redação 12 jun 2026, 15h23 | Atualizado em 12 jun 2026, 15h49
Capa da QR de junho de 2026
Capa da QR de junho de 2026 (Arte/Quatro Rodas)
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QR de junho: Chevrolet Sonic encara os rivais Fiat Pulse e VW Tera Priorizar nos meus resultados Google

Os SUVs de entrada líderes de mercado como o Fiat Pulse e Volkswagen Tera ganharam mais um concorrente, o Chevrolet Sonic. Na Quatro Rodas de junho trazemos um comparativo entre os três modelos. Será que o novato terá atributos à altura de seus rivais?

 

Três SUVs compactos em uma rua asfaltada: um Chevrolet Sonic branco em primeiro plano, um Volkswagen T-Cross vermelho à direita e um Fiat Pulse cinza ao fundo, com uma cidade no horizonte
(Arte/Quatro Rodas)

Entre os SUVs médios-grandes, comprar um carro a combustão ou um híbrido plug-in? Essa é a proposta de outro comparativo, desta vez entre o Volkswagen Tiguan R-Line e o GWM Haval H6 PHEV 35. Ambos passaram por recentes atualizações e ficaram mais refinados e dinâmicos.

 

Dois SUVs, um azul-claro e outro cinza-prata, estacionados lado a lado em uma rua, com o título FACES DA MESMA MOEDA abaixo
(Arte/Quatro Rodas)

Quais carros são mais baratos de manter no Brasil em 2026? A resposta dessa pergunta foi respondida dentro do Prêmio Melhor Custo de Uso deste ano. Destacamos os campeões de cada categoria: hatches, sedãs, SUVs compactos, SUVs médios, picapes flex, picapes diesel, elétricos e híbridos. O cálculo envolveu o custo de combustível, manutenção, seguro, custo mensal, preço de tabela e IPVA.

Revista Quatro Rodas aberta em uma mesa de madeira, mostrando a matéria Menor Custo de Uso com imagens de carros e texto sobre economia. À direita, uma coluna vermelha com Tabela de Cálculo e lápis coloridos
(Arte/Quatro Rodas)

Conhecemos a nova picape intermediária Volkswagen Tukan, cuja estreia está prevista para 2027. Para saber sobre o seu desenvolvimento, conversamos com José Carlos Pavone, chefe de design da Volkswagen América do Sul e América do Norte, e Diego Ruiz, designer sênior, que teve envolvimento no desenho da picape e na camuflagem personalizada com referências brasileiras.

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Picape VW Tukán em camuflagem artística verde, amarela e azul, com padrões geométricos e elementos brasileiros, como o mapa do Brasil e o Cristo Redentor, destacando o design frontal e as rodas pretas
(Arte/Quatro Rodas)

O Salão de Pequim, o maior do mundo com 380.000 m² de área de exposição ou 53 campos de futebol, exibiu as tendências do setor automotivo presentes nas novidades apresentadas no local. Veja quais os tipos de motorização, tecnologias e parcerias os chineses estão desenvolvendo.

Multidão de pessoas em um salão de exposições de carros, com telas grandes exibindo veículos e o logotipo da Mercedes-Benz à esquerda. O título O MAIOR SALÃO DO MUNDO... E DA HISTÓRIA está em destaque, com um texto sobre o Salão de Pequim e a indústria chinesa. Há um texto jornalístico à direita
(Arte/Quatro Rodas)

Testamos o novo Porsche Turbo S, que foi eletrificado. O híbrido ficou 61 cv mais potente que o antigo para 711 cv. Até o a 100 km/h melhorou para 2,5 segundos, com a otimização de 0,2 segundo. Mesmo assim, torná-lo híbrido ainda conquista os puristas ou atrapalhou o carro?

Porsche 911 Turbo S cinza metálico em movimento rápido, com o fundo de árvores borrado e o asfalto com linhas de velocidade, transmitindo dinamismo
(Arte/Quatro Rodas)
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Apesar de seguir a receita de outros SUVs médios-grandes chineses como BYD Song Plus ou GWM Haval H6, para citar, o que tem e o que não tem o S06, carro mais barato da Jetour no Brasil?

SUV Jetour branco-azulado em movimento na rua, com um homem dirigindo, e vegetação colorida ao fundo. O carro tem o nome JETOUR no capô e um emblema QUATRO RODAS na grade frontal. O texto superior direito diz: Ame ou odeie, é inegável que o design é bem diferente do comum
(Arte/Quatro Rodas)
A distribuição da Quatro Rodas 806 às bancas e assinantes começa nesta sexta-feira (12), mas a data de chegada pode variar de acordo com a região do Brasil. Você também pode ler a revista nos app da Quatro Rodas e GoRead.

Capa da revista Quatro Rodas com o título Chevrolet Sonic encara seus rivais. Três SUVs compactos em destaque: um Chevrolet Sonic cinza claro, um Fiat Pulse cinza escuro e um Volkswagen T-Cross vermelho. Abaixo, um Porsche 911 cinza escuro. Textos sobre custo de uso, Salão de Pequim, combustão híbrida e eletrificação
(Arte/Quatro Rodas)

Espelho meu

Três conteúdos nesta edição tratam de temas relacionados à identidade das marcas: as reportagens da VW Tukan (pág. 66), a do Salão de Pequim (pág. 70) e a coluna Opinião (pág. 96).

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No primeiro, feito pelo editor-assistente Guilherme Fontana, menciona a atenção que a VW deu à camuflagem da picape, ainda mantida em segredo, substituindo os tradicionais grafismos pretos e brancos por motivos brasileiros (futebol, carnaval, natureza), nas cores azul e amarelo. A GM havia usado uma camuflagem colorida nos protótipos do Spark, mas a ideia ali era chamar a atenção de forma descontraída. A da VW é diferente. Sua intenção é comunicar a identificação que a marca tem com o Brasil.

Um carro azul claro, visto de trás, olha para um espelho de corpo inteiro que reflete um carro rosa com olhos grandes e expressivos
(Arte/Quatro Rodas)

No segundo, de autoria do colaborador Joaquim Oliveira, aborda os movimentos das marcas tradicionais, no Salão de Pequim, na disputa por atenção em seus estandes cercados por novidades chinesas. Ele cita como exemplos a mudança da Audi, que abandonou as argolas de seu logo, na China, e da Hyundai, que lançou uma nova marca, a Ioniq, para sua divisão de veículos elétricos.

Por fim, o terceiro, escrito por mim, fala da entrada de 28 marcas chinesas no Brasil e da acomodação que deve ocorrer com todas elas, mais as 29 marcas tradicionais já instaladas aqui, em um cenário de todos contra todos.

Certa vez, um funcionário de uma marca chinesa me disse que a indústria de seu país se preparou para entrar na competição global já esperando a reação das marcas internacionais. Segundo o executivo, em um primeiro momento, as empresas tradicionais foram pegas de surpresa, mas sabia-se que elas reagiriam.

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De fato, foi isso que aconteceu e, no momento, já é possível perceber esses movimentos reativos, ainda que não generalizados. Além das respostas na área da tecnologia, em que os chineses são muito fortes, passado o susto inicial, as fábricas tradicionais perceberam que possuem um trunfo poderoso que são suas identidades.

Enquanto as chinesas lutam para se impor, buscando se fazerem reconhecidas e diferenciadas umas das outras e das concorrentes (que até pouco tempo lhe serviam de modelo), as tradicionais possuem histórias, valores e características de seus carros (design, comportamento dinâmico, conforto), que neste momento fazem questão de evidenciar.

Esse jogo de ação e reação, com estratégias semelhantes dos lados opostos, já ocorreu nos anos 1990, quando as marcas japonesas chegaram ao Ocidente, com seus carros mais modernos, baratos e com ciclos de desenvolvimento menores que os das marcas tradicionais.

Assim como aconteceu com as japonesas, não demora e as chinesas terão suas identidades reconhecidas. Até lá, será interessante acompanhar os próximos lances dessas disputas.

Quatro Rodas

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