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Teste: Audi RS 7 Performance, uma dose ainda mais cavalar

Na versão Performance, o Audi RS 7 é ainda mais nervoso no visual e na pista

Por Paulo Campo Grande Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
8 ago 2017, 14h17 • Atualizado em 2 mar 2018, 14h42
  • RS 7 acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos
    RS 7 acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Quando criou a divisão de preparação, em meados dos anos de 1980, a Audi tinha como objetivo atender clientes ávidos por elevadas doses de esportividade. A Audi Sport passou a oferecer dois níveis de transformação: Sport (S) e Racing Sport (RS).

    Atualmente, porém, isso já não é mais suficiente e alguns modelos da linha estão chegando com uma porção extra de adrenalina. É o caso do RS 7 Sportback Performance mostrado aqui.

    Olhando as fotos é possível ter uma ideia do que estamos falando. A partir da versão RS básica, a Audi Sport radicalizou o projeto com mudanças que vão de um para-choque a outro.

    O aerofólio sobre quando o carro atinge 120 km/h
    O aerofólio sobre quando o carro atinge 120 km/h (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Do friso da grade dianteira, ao difusor traseiro, passando pelos retrovisores e frisos laterais, o cromado da versão original deu lugar ao cinza fosco, a mesma cor adotada para as rodas de alumínio, de 21 polegadas.

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    Por dentro, o design não mudou, mas houve alteração no revestimento dos bancos (com hexágonos em relevo) e no grafismo dos instrumentos (com mostradores de fundo preto, escala branca e ponteiro vermelho).

    Painel tem detalhes em fibra de carbono
    Painel tem detalhes em fibra de carbono (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Entre os equipamentos, a principal novidade são os faróis full led, que vêm se juntar ao pacote que traz ar-condicionado de quatro zonas, head-up display, câmera de visão noturna, ESP com três modos de operação (On, Off e Sport) e sistema de som hi-end da Bang & Olufsen, entre outros.

    A mudança mais radical, como já era esperado, veio sob o capô. Os engenheiros aperfeiçoaram o motor V8 biturbo da linha e conseguiram extrair dele nada menos que 45 cv a mais, pulando dos 560 cv originais para 605 cv de potência máxima e em um regime que passou de 5.700 rpm (no pico) para uma faixa entre 6.100 e 6.800 rpm.

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    V8 gera 605 cv de potência e 76,5 mkgf de torque máximo
    V8 gera 605 cv de potência e 76,5 mkgf de torque máximo (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    O torque de 71,4 mkgf, entre 1.750 e 6.000 rpm, não aumentou. Mas o motor ganhou a função overboost, que permite elevar o volume de torque em 5,1 mkgf, temporariamente, totalizando 76,5 mkgf entre 2.500 e 5.500 rpm, sempre que o motorista pisa fundo no acelerador (kick-down).

    Para aproveitar toda essa força, a transmissão (câmbio e diferenciais) foi redimensionada. E o resultado dessa mexida veio em forma de desempenho.

    Em nossa pista de testes, o RS 7 acelerou de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e, de acordo com a fábrica, seria capaz de chegar aos 305 km/h de velocidade máxima.

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    Esse rendimento é superior a superesportivos menores, mais leves e de dois lugares, como o Porsche 911 Carrera S, que fez de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos, na nossa pista, ou o mesmo que sedãs esportivos como o Mercedes-AMG E 63, com o tempo de 4 segundos, na mesma prova.

    E, além de tudo, o RS 7 ainda se revelou relativamente econômico conseguindo as médias de 7 km/l na cidade e 11,9 km/l na estrada.

    Revestidos de couro, bancos são esportivos e luxuosos ao mesmo tempo
    Revestidos de couro, bancos são esportivos e luxuosos ao mesmo tempo (Christian Castanho/Quatro Rodas)

    Ao volante, o RS 7 é um esportivo nato. Em função de seu porte de carro grande, ele não é tão na mão e no chão quanto o superesportivo Audi R8, mas, ainda assim, é um modelo que permite reações rápidas se mantendo sempre sob controle.

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    Toda essa esportividade custa caro, porém. O Performance sai por R$ 718.990. Não é possível comparar com o RS 7 básico porque a Audi já não oferece mais essa versão. Mas este RS 7 é o terceiro Audi mais caro do país. Só perde para o sedã esportivo S8 e para o R8.

    Veredicto

    O RS7 é caro, mas entrega esportividade sem comedimento algum. A clientela pediu, a Audi atendeu.

    Teste de pista (com gasolina)

    • Aceleração de 0 a 100 km/h: 3,7 s
    • Aceleração de 0 a 1.000 m: 21,4 s – 249,8 km/h
    • Velocidade máxima: 280 km/h
    • Retomada de 40 a 80 km/h (em D): 1,8 s
    • Retomada de 60 a 100 km/h (em D): 2 s
    • Retomada de 80 a 120 km/h (em D): 2,4 s
    • Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0: 16,9 / 25,6 / 67,6 m
    • Consumo urbano: 7 km/l
    • Consumo rodoviário: 11,9 km/l

    Ficha técnica – Audi RS 7 Performance

    • Preço: R$ 718.990
    • Motor: gasolina, dianteiro, longitudinal, V8, 32V, biturbo, 3.993 cm3; 605 cv entre 6.100 e 6.800 rpm, 76,5 mkgf entre 2.500 e 5.500 rpm (com overboost)
    • Câmbio: automático, 8 marchas, 4×4
    • Suspensão: duplo A (diant.) e braços trapezoidais (tras.)
    • Freios: discos ventilados nas quatro rodas
    • Direção: elétrica
    • Rodas e pneus: alumínio, 275/30 R21
    • Dimensões: comprimento, 501,2 cm; altura, 141,9 cm; largura, 191,1 cm; entre-eixos, 291,5 cm; peso, 1.930 kg; tanque, 75 l
    • Equipamentos de série: kit aerodinâmico, sistema de som Bang & Olufsen
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