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Renault Boreal é melhor que Chery Tiggo 7, Jeep Compass e Toyota Corolla Cross?

Chegou a hora de o novato Boreal encarar os líderes Corolla Cross e Compass, além do Tiggo 7, a peça curinga no segmento dos SUVs médios

Por Guilherme Fontana Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 jan 2026, 18h32 • Atualizado em 19 jan 2026, 14h50
Renault Boreal enfrenta os líderes Toyota Corolla Cross, Caoa Chery Tiggo 7 Pro e Jeep Compass
Renault Boreal enfrenta os líderes Toyota Corolla Cross, Caoa Chery Tiggo 7 Pro e Jeep Compass (Fernando Pires/Quatro Rodas)
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  • Com o segmento dos SUVs compactos praticamente saturado, as marcas desviaram seus esforços aos subcompactos e médios. Você já viu por aqui, em meados de 2025, um comparativo com as últimas novidades da categoria de entrada, entre Fiat Pulse, Renault Kardian e VW Tera. Agora, é a vez de colocarmos frente a frente os médios. Por isso, convocamos o novo Renault Boreal para encarar os líderes, em ordem de vendas, Toyota Corolla Cross, Jeep Compass e Caoa Chery Tiggo 7. Todos eles aparecem em suas versões mais caras com motores equivalentes, para mostrar seus potenciais máximos em configurações que se afastam dos compactos. No caso de Corolla Cross e Tiggo 7, sem sistemas híbridos; para o Compass, o motor considerado é o menos potente, 1.3 turbo.

    A disputa é formada por Boreal Iconic, de R$ 214.990, Corolla Cross GR-Sport, de R$ 214.590, Compass S, de R$ 225.390 (o das imagens é o Longitude, único disponível na ocasião do comparativo), e Tiggo 7 Pro Max Drive, que sai por R$ 169.990. O novo VW Taos também foi convocado e chegou a ser confirmado pela marca, que voltou atrás, atribuindo a ausência à demora na logística do carro, que é fabricado no México.

    4º – Jeep Compass – R$ 225.390

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Visual do Compass é datado (na imagem, a versão Longitude) e o porta-malas de 410 litros é o menor deste comparativo (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Sem novidades relevantes há cinco anos e com uma nova geração prevista apenas para 2027 no Brasil, o Compass é o mais caro da disputa em sua versão equivalente, a S, e não traz vantagens por isso.

    Entre os equipamentos, o Jeep tem pacote ADAS com ACC, frenagem automática, alerta de tráfego cruzado traseiro, permanência em faixa, leitura de placas de velocidade, entre outros. Além de itens como teto panorâmico, bancos dianteiros elétricos, ar bizona, estacionamento semiautônomo, sete airbags e som Beats de 506 W e oito alto-falantes. Há sensores dianteiros e traseiros, mas câmera só na traseira, enquanto os rivais presentes têm visão 360o. O quadro de instrumentos é de 10,25”, e a multimídia, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, de 10,1”. A única exclusividade é a partida remota do motor.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Painel ainda se destaca pelo bom acabamento (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    O acabamento ainda é um trunfo do modelo, que exibe boa variedade de materiais, tons e texturas, revestimento emborrachado nas porções superiores de painel e portas, e cobertura sintética com costuras aparentes na faixa central do painel e nos bancos. A quantidade de comandos físicos ajuda no uso diário, mas os porta-objetos são pequenos para um SUV familiar.

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    A deficiência de acomodação não se limita aos objetos. O espaço traseiro do Compass é o menor entre os rivais aqui apresentados, bem como o porta-malas, de 410 l, cuja abertura é automática. Isso não significa, porém, que se trata de um carro apertado. Ele leva bem dois adultos de até 1,80 m, mas um terceiro ocupante, ao centro, ficará pertado lateralmente e se incomodará com o alto túnel central. Quem for atrás, tem à disposição saídas de ar e duas portas USB.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Espaço é bom para quatro pessoas (Fernando Pires/Quatro Rodas)
    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Quanto à mecânica, o Jeep segue com motor 1.3 turbo flex de 176 cv e 27,5 kgfm, e câmbio automático de seis marchas (o único do tipo convencional no comparativo). Com esse conjunto, ele levou 9,4 s para ir de 0 a 100 km/h em nossos testes, feitos com gasolina, atrás apenas do Tiggo 7. O consumo urbano, de 10 km/l, está na média dos rivais, mas o rodoviário, de 13,6 km/l, é o melhor da turma. O Compass foca no conforto, mas a sensação de peso na condução tornam o dia a dia com ele cansativo.

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    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS

    Ficha Técnica – Jeep Compass S

    Motor: flex, diant., 4 cil., 1.332 cm³, turbo, 176 cv a 5.750 rpm; 27,5 kgfm a 1.750 rpm
    Câmbio: automático, 6 m., tração dianteira
    Direção: elétrica
    Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.)
    Freios: disco vent. (diant.), disco sólido (tras.)
    Pneus: 235/45 R19
    Dimensões: compr., 441,6 cm; larg., 182 cm; alt., 164,4 cm; entre-eixos, 263,6 cm; peso, 1.556 kg; porta-malas, 410 litros
    ; tanque, 60 l

    3º – Toyota Corolla Cross – R$ 214.590

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Corolla Cross tem porta-malas com ligeira vantagem para o Compass; versão topo de linha é a GR-S, com visual esportivo (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Líder da categoria até o fechamento desta edição, o Corolla Cross tem evoluído nos últimos anos, mas faltas ainda o impedem de estar em uma posição melhor nesta disputa, até por custar o mesmo que o Boreal. Entre elas, a simplicidade do acabamento e o desempenho fraco.

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    O interior do Corolla é básico, sem nenhuma intenção de criar um ambiente mais aconchegante e/ou sofisticado. Isso mesmo na versão topo de linha, GR-S, de R$ 214.590, que adota revestimento de suede nas porções centrais dos bancos e detalhes em vermelho, como costuras. O painel, ao menos, traz materiais emborrachados nas porções superiores. Para melhorar a impressão, o quadro de instrumentos, de 12,3”, tem layout moderno, e a multimídia, com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, é de 10”.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Painel do Toyota é o mais básico e sem refinamento (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Entre os equipamentos, há também faróis full-led, carregador de celulares por indução, câmera 360o, sete airbags, sensores dianteiros e traseiros, porta-malas com abertura automática, além de sistemas ADAS, como frenagem de emergência, ACC, alertas de pontos cegos, permanência em faixa, entre outros. O Toyota está entre os mais espaçosos da disputa, e deixa confortáveis os ocupantes traseiros, que não escapam do incômodo túnel central no assoalho. O console, por sinal, tem saídas de ar-condicionado e das portas USB. São 440 litros de capacidade no porta-malas.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Espaço é bom para quatro pessoas (Fernando Pires/Quatro Rodas)
    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)
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    Embora a versão GR-S se caracterize com um visual esportivado, e até tenha ajuste exclusivo de suspensão (por eixo de torção na traseira), ligeiramente mais firme do que nas demais configurações, não espere esportividade. Bem o contrário. Ele mantém inalterado o motor 2.0 flex aspirado de 175 cv e 21,3 kgfm, que o leva de 0 a 100 km/h em 11,6 s, de acordo com os nossos testes. A culpa pelo desempenho acanhado é do câmbio, do tipo CVT, que simula dez marchas. Na prática, apesar da condução leve e confortável, o Corolla Cross se esforça nas acelerações, em especial nas ultrapassagens. Por outro lado, ele tem o melhor consumo urbano do quarteto, 11,3 km/l na cidade. O rodoviário é o segundo melhor, de 13,5 km/l, ambos com gasolina. Pelo conjunto, termina em terceiro lugar.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS

    Ficha Técnica – Toyota Corolla Cross GR-Sport

    Motor: flex, diant., 4 cil., 1.987 cm³, aspirado, 175 cv a 6.600 rpm; 21,3 kgfm a 4.400 rpm
    Câmbio: aut., CVT, 10 m., tração diant.
    Direção: elétrica
    Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.)
    Freios: disco vent. (diant.), disco sólido (tras.)
    Pneus: 225/50 R18
    Dimensões: compr., 446 cm; larg., 182,5 cm; alt., 162 cm; entre-eixos, 2,64 cm; peso, 1.420 kg; porta-malas, 440 litros; tanque, 47 l

    2º – Renault Boreal Iconic – R$ 214.990

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Boreal tem a aparência mais moderna do segmento, com traços angulosos; porta-malas de 522 litros é o maior da disputa (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    O novato Renault Boreal eleva a régua no segmento dos SUVs médios, mas fica em segundo lugar por cobrar demais por isso, embora ele seja a melhor escolha caso você procure por um modelo mais sofisticado, espaçoso e moderno, e não se importe de pagar.

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    Design é uma palavra de ordem no modelo. Tanto por fora quanto por dentro, o Boreal tem linhas angulosas, iluminação de personalidade e ares de modernidade. No interior, isso também é acompanhado pelo acabamento com materiais emborrachados e mistura de cores e texturas. Os bancos, o centro do painel e as portas, por exemplo, têm revestimento azul-escuro – exclusividade da versão topo de linha, Iconic. Há iluminação ambiente e telas com alta qualidade de imagem e layout vibrante. O quadro de instrumentos tem 10” e a multimídia, 10,1”.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Painel é moderno e tem telas com layout de cores vibrantes (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    A lista de itens de série é extensa. Acompanha os rivais com sistemas ADAS, ar digital bizona, faróis full-led com facho alto automático, câmera 360o, bancos dianteiros elétricos, teto panorâmico e carregador de celulares por indução. Ele tem exclusividades como sistema de som Harman Kardon de dez alto-falantes, banco do motorista com massagem e cinco modos de condução. Por outro lado, ele traz seis airbags, um a menos em relação a Corolla Cross e Compass.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Interior exibe revestimento azul (Fernando Pires/Quatro Rodas)
    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Maior do que os demais, o Boreal também é um dos mais espaçosos e leva os passageiros com conforto no banco traseiro. A elevação central no assoalho pode incomodar, mas é estreita para minimizar os danos. Há saídas de ar e duas portas USB-C. Já o porta-malas do Renault é, de longe, o maior do quarteto: são 522 litros.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS

    Ele também vai bem na dirigibilidade, com a direção mais direta e a suspensão mais firme, que dão mais estabilidade. Seu motor é o 1.3 turbo de 156/163 cv (gasolina/etanol) e 27,5 kgfm, acompanhado pelo câmbio de dupla embreagem de seis marchas. Apesar de ser o menos potente, tem bom desempenho graças ao câmbio, de trocas rápidas e certeiras. Em nossos testes, com gasolina, ele levou 9,7 s para ir de 0 a 100 km/h. O consumo urbano, de 10,5 km/l, está na média dos rivais. O rodoviário, por sua vez, é o pior: 12,9 km/l.

    Ficha Técnica – Renault Boreal Iconic

    Motor: flex, diant., 4 cil., 1.333 cm³, turbo, 156/163 cv (gas./etan.) a 5.250 rpm; 27,5 kgfm a 2.000 rpm
    Câmbio: aut., dupla embreagem, 6 m., tração diant.
    Direção: elétrica
    Suspensão: duplo A (diant.), eixo de torção (tras.)
    Freios: disco ventilado nas quatro rodas
    Pneus: 205/55 R19
    Dimensões: compr., 455,6 cm; larg., 208,2 cm; alt., 165,2 cm; entre-eixos, 2,70 cm; peso, 1.438 kg; porta-malas, 522 litros
    ; tanque, 50 l

    1º – Caoa Chery Tiggo 7 – R$ 169.990

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Porta-malas de 475 litros tem tampa com abertura elétrica, raridade em sua faixa de preço; visual ainda agrada (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    O Caoa Chery Tiggo 7 é o vencedor do comparativo por sua incontestável boa relação de custo/benefício. Afinal, ele destoa dos demais no preço – são R$ 44.600 a menos em relação ao Corolla Cross equivalente, o rival com preço mais próximo nesta disputa. Apesar disso, ele não deve itens relevantes, e até supera em alguns deles.

    Assim como os modelos mais caros, o Tiggo 7 tem acabamento de boa qualidade, com materiais emborrachados, variedade de texturas e revestimentos sintéticos, até superior ao do Corolla Cross. Mas o desenho é mais sóbrio. Há iluminação ambiente, embora em aplicação mais simples do que no Boreal, e bons porta-objetos. O quadro de instrumentos tem 12,3”, e a multimídia, de layout mais simples e com imagem menos chamativa, mas com conexões sem fio, tem 10,25”.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Interior é sóbrio e bem acabado, mas telas são inferiores (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    De série, conte com bancos dianteiros elétricos, ar digital bizona, câmera 360o, carregador de celulares por indução, faróis full-led, teto panorâmico, tampa traseira com abertura automática e pacote completo de sistemas ADAS. O sistema de som, com seis alto-falantes, não é assinado como em Compass (Beats) e Boreal (Harman Kardon), são seis airbags e não há sensores de estacionamento dianteiros, apenas traseiros.

    Espaço não falta no Tiggo 7, que leva bem três pessoas no banco traseiro, já que o assoalho é praticamente plano. Quem for atrás tem saídas de ar, mas apenas um USB-A, o mais antigo. O porta-malas, de 475 litros, é maior que de Compass e Corolla Cross.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Tiggo 7 é um dos mais espaçosos (Fernando Pires/Quatro Rodas)
    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    O Tiggo 7 Pro Max Drive é equipado com motor 1.6 turbo a gasolina de 187 cv e 28 kgfm, e câmbio de dupla embreagem de sete marchas. Em nossos testes, a combinação deu ao modelo o título de mais rápido do comparativo: ele levou 8,6 s para ir de 0 a 100 km/h. De fato, ele é rápido e tem uma tocada que pode ser arisca, especialmente no modo sport. A direção direta combina, mas a suspensão se volta ao conforto, sem pensar na esportividade, embora garanta estabilidade com o sistema multilink na traseira. O tom “esportivo” acaba por piorar o consumo na cidade, com a média de 10,1 km/l. Na estrada, os 13,3 km/l ficam na média dos concorrentes.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Ficha Técnica – Caoa Chery Tiggo 7 Pro

    Motor: gasolina, diant., 4 cil., 1.598 cm³, turbo, 187 cv a 5.500 rpm; 28 kgfm a 2.000 rpm
    Câmbio: aut., dupla embreagem, 7 m., tração diant.
    Direção: elétrica
    Suspensão: McPherson (diant.), multilink (tras.)
    Freios: disco vent. (diant.), disco sólido (tras.)
    Pneus: 225/60 R18
    Dimensões: compr., 450 cm; larg., 184,2 cm; alt., 174,6 cm; entre-eixos, 2,67 cm; peso, 1.489 kg; porta-malas, 475 litros
    ; tanque, 51 l

    Veredicto

    O Tiggo 7 vence o comparativo por seu ótimo custo/benefício. Espaçoso, bem equipado e ágil, ele custa o mesmo de versões medianas de SUVs compactos. Porém, o Boreal é uma opção mais refinada e moderna, ocupando o segundo lugar apenas por cobrar a mais. O Corolla Cross, com preço do Boreal, deve refinamento e desempenho, enquanto o Compass é o mais caro sem apresentar justificativas.

    COMPARATIVO | SUVs MÉDIOS
    Lançamento, o Renault Boreal enfrenta os líderes Toyota Corolla Cross, Caoa Chery Tiggo 7 Pro e Jeep Compass (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Teste de desempenho e consumo

    Categoria Tiggo 7 Pro Boreal Iconic Corolla Cross GR-S Compass S
    0-100 km/h (s) 8,6 9,7 11,6 9,4
    0-1000 m (s / km/h) 29,3 / 183,3 30,8 / 173,8 32,7 / 164 30,5 / 170,6
    Velocidade máxima (km/h) **n/d** 180 **n/d** **n/d**
    40-80 km/h (s) 3,4 3,9 5,1 4,1
    60-100 km/h (s) 4,2 4,9 6,2 5,1
    80-120 km/h (s) 5,2 6,3 7,8 6,3
    Frenagem 60-0 (m) 14,3 14,2 14,5 14,7
    Frenagem 80-0 (m) 25,7 26,6 26,9 26,1
    Frenagem 120-0 (m) 58,2 60,9 61 60,6
    Consumo urbano (km/l) 10,1 10,5 11,3 10,5
    Consumo rodoviário (km/l) 13,3 12,9 13,5 13,6
    Ruído neutro/RPM máx (dBA) 34,1 / 72,2 44,1 / 55,8 42,5 / 68,6 40,4 / 65,3
    Ruído 80 km/h (dBA) 61,6 65,7 65,6 64
    Ruído 120 km/h (dBA) 72,4 70,6 70,9 68,7
    Velocidade real a 100 km/h 96 km/h 98 km/h 93 km/h 100 km/h
    Rotação a 100 km/h (rpm) 1.700 2.500 1.600 1.800
    Volante (voltas) 2,5 2,5 2,5 2,5

     

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