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Volkswagen CC V6 3.6

Além de novo nome, o cupê de quatro portas da VW ganhou reestilização que o deixou ainda mais bonito e equipado

Por Paulo Campo Grande | fotos: Marco de Bari
26 fev 2013, 11h22 • Atualizado em 9 nov 2016, 02h15
  • lancamentos

    Como um pop star que muda o nome seguindo a numerologia, o VW Passat CC, que está chegando ao mercado, adotou uma nova identificação. A partir de agora, ele é apenas VW CC (Comfort Coupé). Nesse caso, porém, a troca nada tem a ver com o significado oculto dos números. A decisão teve a intenção de dar ao carro um ar de exclusividade. Assim, ele deixa de ser uma mera versão do Passat para ganhar status de modelo. O consumidor terá de se adaptar à nova nomenclatura se não quiser cometer gafe.

    O CC chega à nova fase consideravelmente renovado. Ainda não é uma segunda geração, como a fábrica anuncia no material de divulgação do carro, mas o cupê passou por uma reestilização profunda. Na forma, o CC ganhou o visual característico dos novos VW, com a grade dianteira horizontal e as lanternas traseiras multifacetadas. Se é exagero falar em nova geração, porém, dizer apenas que o estilo aderiu ao novo DNA da marca é subestimar o trabalho dos designers. A novidade não se resume à grade e às lanternas. Visto de frente, o CC mudou no capô, no para-choque e nos faróis (que ganharam luzes de iluminação diurna). De lado, o cupê ganhou novas soleiras. E por trás ele exibe também o para-choque mais encorpado e a tampa do porta-malas modificada. No conjunto, o VW ficou mais discreto e elegante. O anterior era mais extravagante e esportivo.

    Por dentro, sim, as mudanças foram sutis. A novidade mais vistosa é a inclusão de um relógio, no alto do console, ao estilo do sedã VW Phaeton.

    No conteúdo, apesar de permanecer com os mesmos sistemas (direção elétrica e suspensão traseira multilink) e o completo pacote de equipamentos (ESP, sensores de pressão dos pneus, faróis bixenônio direcionais, park-assist e piloto automático adaptativo), o CC passou a ter detector de fadiga do motorista, freio autônomo de emergência e sistema de som Dynaudio (marca hiend que equipa também o Bugatti Veyron). A versão comercializada no Brasil é a topo de linha, equipada com motor V6 3.6 de 300 cv e transmissão com tração integral 4Motion e câmbio automatizado com dupla embreagem DSG.

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    Na pista de testes, o CC confirmou as expectativas de alto desempenho que seu powertrain sugere. Nas provas de aceleração, ele fez o tempo de 6,5 segundos no 0 a 100 km/h e retomou velocidade de 60 a 100 km/h em 3,9 segundos, em Drive. O consumo ficou dentro do esperado, com as médias de 8 km/l, no ciclo urbano, e 11,6 km/l, no rodoviário (gasolina). E, ao volante, o CC também não decepciona. Ele é um carro obediente – apesar da calibragem macia da suspensão – e gostoso de dirigir.

    O CC não tem concorrentes entre as marcas generalistas. O conceito cupê de quatro portas foi apre- sentado pela Mercedes-Benz, com o CLS, em 2004, mas teve poucos seguidores – a maioria no segmento de alto luxo, como Porsche Panamera e Aston Martin Rapide. Com o preço de 208 024 reais, ele custa mais que um sedã clássico equipado com motor V6, como o Toyota Camry (161 000 reais), mas menos que um Mercedes CLS 350 (369 900 reais).

    VEREDICTO

    Ele não tem
o prestígio (nem
o preço) de um Mercedes CLS, mas é bonito, bem equipado, tem desempenho esportivo e visual que caracteriza
os cupês de quatro portas.

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