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Top ten: as piores gerações dos melhores carros

Eles deveriam zelar pelo bom nome, mas envergonharam a linhagem

Por Da Redação
24 out 2017, 18h56 • Atualizado em 26 fev 2021, 20h36
  • Ford Thunderbird

    Ford Thunderbird
    Este Ford Thunderbird foi o da 11º geração (Divulgação/Ford)

    Rival do Chevrolet Corvette, o Thunderbird estreou em 1954 e tornou-se um sucesso. Após sair de linha, em 1997, retornou com visual retrô (foto) cinco anos depois, em sua 11ª geração.

    Os puristas não caíram de amores: só viam nele um Jaguar S-Type ou um Lincoln LS, nos quais era baseado.

    VW Fusca

    VW Fusca
    Faltou simplicidade ao New Beetle (Divulgação/Volkswagen)

    Apesar da sobrevida (no Brasil até 1996 e México até 2003), o Fusca deu lugar na Europa ao New Beetle (foto), em 1997. Mas não fez jus à tradição: faltava-lhe o preço baixo e a simplicidade mecânica do original.

    Pontiac GTO

    Pontiac GTO
    O Pontiac GTO durou apenas dois anos (Pontiac/Divulgação)
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    Do icônico muscle car, a quarta geração (foto), de 2004, só tinha o nome – sigla de Grand Tempest Option. Por baixo, era só um Holden Monaro, ou seja, um Omega cupê australiano. Por isso, durou só dois anos.

    Porsche 911

    Porsche 911
    A geração 996 teve mudanças apenas três anos depois (Divulgação/Porsche)

    Era aclamado pelo estilo único até que, em 1997, veio a geração 996 (foto). O desgosto foi geral, pois ficou parecendo o Boxster, seu irmão mais barato. Para ter cara própria, ganhou novos faróis só três anos depois.

    Mercury Cougar

    Mercury Cougar
    O Mercury Cougar tinha tração dianteira e motores V6 (Mercury/Divulgação)

    Tração traseira e V8 estão no DNA dos muscle car. Mas o Cougar perdeu a mão em 1998, na sua oitava linhagem (foto). Com a base de Ford Mondeo, trazia tração dianteira e motores V6 e quatro cilindros.

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    Chevrolet Camaro

    Chevrolet Camaro
    A quarta geração do Camaro estava distante da tradição construída pelo nome (Divulgação/Chevrolet)

    Sem seguir identidade visual dos anteriores, a quarta geração (foto), lançada em 1993, não emplacou. A carroceria estreita e alta não ajudava na estabilidade, e o desenho sem carisma e pouco agressivo manchou a série.

    Chevrolet Impala

    Chevrolet Impala
    O Impala segue vivo, mas não é mais o mesmo (Divulgação/Chevrolet)

    Foi a partir da oitava variação (foto), de 1999, que ele foi perdendo o estilo clássico da carroceria de duas portas sem coluna, a tração traseira e os motores V8. Está vivo até hoje, mas sem o glamour do passado.

    Toyota Corolla

    Toyota Corolla
    Esse Corolla não agradava e ganhou até apelido de Ralador de queijo (Divulgação/Toyota)
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    Entre as várias versões da oitava geração pelo mundo, havia uma de faróis redondos e grade perfurada que despertou o ódio geral. Importado para o Brasil em 1997 (foto), ganhou o apelido de Ralador de Queijo.

    Ford Taurus

    Ford Taurus
    Era um Taurus que não parecia um Taurus (Divulgação/Ford)

    Em 1996, as linhas ovais estavam por toda parte da carroceria da terceira linhagem (foto), que chocou seu público, acostumado à familiaridade e harmonia que o mercado via no Taurus desde o original, de 1986.

    Ford Mustang

    Ford Mustang
    Um Mustang sem motor V8 é uma decepção (Divulgação/Ford)

    Todo pony car tem um V8 e carroceria musculosa. Mas na crise do petróleo o Mustang II (foto), de 1974, não seguiu cartilha: linhas atípicas, base do Ford Pinto e motores V6 ou 2.3 de quatro cilindros.

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