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DS quer diminuir telas e oferecer interior analógico em carros de luxo

Chefe de design da marca francesa quer eliminar as telas porque, quando desligadas, não são muito bonitas, nem luxuosas

Por Bruno dos Santos
1 jul 2022, 07h56 •
DS volta ao interior de luxo analógico
 (DS/Divulgação)
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  • As telas dominaram a indústria automotiva nos últimos anos. Em quase todo carro novo, quando não há apenas uma tela grande para a central multimídia, o quadro de instrumentos também tem a sua. Mas a DS, marca de luxo da Stellantis com modelos baseados nos Citroën, resolveu “voltar no tempo” e voltar a apostar nos bons e velhos botões.

    O verdadeiro problema das telas é quando desliga, ela vira apenas uma superfície retangular preta com marcas de dedos. “Não é muito sexy, nem muito luxuosa”, afirmou o chefe de design da DS, Thierry Métroz.

    Por conta disso, o foco dos próximos lançamentos da marca é eliminar todas as telas, voltando a exibir elementos tradicionais no painel de instrumentos, ao contrário da tela gigante que concentra tudo que você pode fazer no carro.

    Painel DS4
    (DS/Divulgação)

    Os carros mais recentes da marca já estão diminuindo suas telas e permitem manusear o sistema multimídia sem precisar tocá-lo diretamente como no DS 4 e no DS 7.

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    Por enquanto, a luta contra as telas é só uma opinião do chefe de design de uma das várias marcas que a Stellantis gerencia no mundo. Porém, considerando as coisas dentro desse consórcio, não será uma surpresa se esse pensamento chegar em outras marcas, como Peugeot, Dodge e Jeep.

    A segurança também é algo que se beneficiaria dessa mudança. Segundo o Canadian Automobile Association (CAA), a utilização de telas em movimento já é uma grande fonte de distração que pode causar acidentes. Na Espanha, por exemplo, o motorista pode receber uma multa de até 200 euros (R$ 1100) e três pontos se for pego usando a tela com os dedos enquanto dirige.

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    Esse debate sobre telas em carros parece estar no começo ainda. Provavelmente, diminui-las ou diminuir sua relevância cria um novo problema de ergonomia no volante. Por enquanto, ainda não existem alternativas melhores para facilitar a utilização de algumas funções, como consultar o gps ou selecionar o modo de condução.

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