Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Abril Day: Assine por apenas 4,00

Dez automóveis com marcas de nascença na lataria

No caso deles, a diferença está na pele. Ou na lata

Por Redação
12 set 2016, 19h14 • Atualizado em 16 jun 2017, 19h29
  • Nissan XTerra

    Nissan XTerra

    Não há quem não estranhe o calombo na tampa do porta-malas. Em princípio, parece só um recurso estético para quebrar a monotonia da ampla traseira – ou um espaço vago com a retirada do estepe externo. Mas abra a tampa, olhe para o forro plástico e descobrirá um kit de primeiros socorros.

     

    VW Kombi

    VW Kombi

    A Kombi nunca foi um primor de segurança, ainda mais sendo um projeto tão antigo. Por isso a Volkswagen criou na base da porta dianteira uma linha saliente que teria a função de distribuir a energia em caso de colisão frontal. Quem não tem airbag…

     

    Mitsubishi Eclipse

    Mitsubishi Eclispe

    Continua após a publicidade

    Queridinho de jogadores de futebol nos anos 90, teve por duas gerações o ressalto no capô. A função era dupla: dar espaço às engrenagens dos comandos de válvulas do motor 2.0 e adicionar rigidez à lataria – o 1.8 (não vendido aqui) nunca teve a bolha.

     

    Ford Ka

    Ford Ka

    A segunda geração do Ka traz cicatrizes de um conflito: o design queria que o teto seguisse o vidro lateral traseiro, mas a engenharia buscava espaço para a cabeça. Fizeram um pé-direito mais alto, mas há um vinco que acompanha o vidro enquanto a tampa avança no teto, para disfarçar a altura.

     

    VW Gol GTi 16V

    VW Gol GTI 16V

    Os motores AP eram inclinados para ficarem mais baixos no cofre. A frente mais fina do Gol “bolinha” fazia o capô ficar ainda mais próximo do motor. Como o cabeçote 16V projetava-se para cima, a VW teve de criar um “galo” no capô para que ele pudesse ser fechado. Isso virou marca deste GTi – que sumiu na reestilização de 2000.

    Continua após a publicidade

     

    Chevrolet Vectra

    Chevrolet Vectra

    Lançado em 1996, chamou atenção pelas linhas elegantes e pelo capô com vincos salientes que emendavam com o desenho dos retrovisores. Lindos, viraram marca registrada e ajudavam na aerodinâmica – só que, por causa deles, os espelhos (pequenos, por sinal) não rebatiam de maneira convencional, e sim rotacionando para baixo.

    Dependendo do ano-modelo, é preciso retirar um parafuso interno que trava o movimento de rotação. Por causa disso, muita gente passou anos com o carro sem perceber que era possível.

     

    Ford Escort

    Ford Escort

    A partir da linha 1993, ele sofreu uma grande remodelação, mas pouca gente notou a leve depressão central na parte traseira do teto. Ela criava pressão aerodinâmica no local, o que ajudava a manter o vidro limpo, reduzindo um problema comum em hatches.

    Continua após a publicidade

     

    Mercedes W124

    Mercedes Benz W124 E300 Diesel Estate

    Na geração W124 (1984 a 1996), que em 1994 viraria Classe E, a versão a diesel tinha aberturas só no para-lama direito, entre caixa de roda e farol. Em outro carro, são estéticas, mas aqui eram funcionais: escondiam a tomada que levava mais ar ao motor.

     

    VW Gol

    VW Gol

    A partir da geração lançada em 2008, o Gol trouxe um ressalto logo abaixo do vidro traseiro. Tem gente que acha que essa espécie de aerofólio embutido na lataria é puro estilo, apenas para dar um jeitão mais esportivo. É mais que isso: ele evita turbulência na área e melhora o fluxo de ar, além de evitar que a vigia da tampa traseira se molhe muito na chuva.

    Continua após a publicidade

     

    Nissan March

    Nissan March

    Já percebeu que no meio do teto há uma meia-lua? É fácil imaginar alguma função aerodinâmica para isso, mas não: sua função é dar mais rigidez à lataria sem precisar de uma chapa mais grossa.

    Publicidade
    TAGS:

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    ABRILDAY

    Digital Completo

    Apaixonado por carros? Então isso é pra você!
    Pare de dirigir no escuro: com a Quatro Rodas Digital você tem, na palma da mão, testes exclusivos, comparativos, lançamentos e segredos da indústria automotiva.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    ABRILDAY

    Revista em Casa + Digital Completo

    Quatro Rodas impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.