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Chevrolet Onix Plus usado é sedã econômico e polêmico por R$ 62.000

Beleza, eficiência e conforto são virtudes do modelo que lidera o segmento de sedãs compactos há seis anos, mas o cuidado com a manutenção é necessário

Por Felipe Bitu Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 dez 2025, 19h33 • Atualizado em 6 dez 2025, 19h34
Onix Plus
Avaliado no teste de Longa Duração, o sedã rodou 100.000 km e terminou aprovado (Fernando Pires/Quatro Rodas)
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  • Apresentado em 2019, o Chevrolet Onix Plus surpreendeu o mercado por ser quase 20 centímetros mais comprido e cerca de 4 cm mais largo que seu antecessor Prisma. Seu porte é semelhante ao de sedãs médios do começo do milênio: são 4,47 metros de comprimento, 2,6 m entre os eixos e um porta-malas de 469 litros, grandezas que garantem espaço e conveniência para quatro adultos.

    Seu peso comedido (1.117 kg) colabora para o rendimento dos motores CSS Prime de três cilindros, 1.0 nas versões aspirada e turbo – conhecidos pelo bom desempenho, o baixo consumo e a polêmica correia de sincronismo banhada em óleo. Com turbo, o Onix Plus gera 116 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 10,2 segundos e chega a 187 km/h, limitada eletronicamente.

    Onix Plus
    Onix Plus tem porte e aparência elegante; lanternas são de LEDs (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    O câmbio automático GF6 de seis marchas garante 12,8 km/l na cidade e 16,4 km/l na estrada (com gasolina). Topo de linha, a versão Premier traz sensor crepuscular, luzes diurnas e lanternas de led, rodas aro 16, piloto automático e volante de couro. O pacote de opcionais R8M adiciona alerta de ponto cego, ar-condicionado automático e bancos de couro sintético.

    Onix Plus
    Painel é moderno, mas o acabamento é o mais simples entre os três sedãs (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Apesar de menos equipada, a versão LTZ é a mais cara a oferecer câmbio manual de seis marchas e conta com sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, chave presencial e carregador de celular por indução. A multimídia MyLink 3 é item de série na versão LT, que conta também com retrovisores elétricos, banco do motorista com regulagem de altura, rodas de liga leve aro 15, faróis de neblina e direção com ajustes de altura e profundidade.

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    Evite a versão básica com turbo e câmbio automático voltada ao público PcD, caracterizada pelos retrovisores, grade frontal e maçanetas na cor preta. O visual fica ainda mais despojado devido às rodas de aço cobertas por calotas plásticas.

    Onix Plus
    Cabine do Onix tem as menores dimensões, mas ainda assim é espaçosa; (Fernando Pires/Quatro Rodas)
    Onix Plus
    Quem vai atrás no Onix Plus não sente falta de espaço; há duas saídas USB (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Não ignore o custo/benefício da versão LT sem turbo e sem câmbio automático: são seis airbags, sensor de pressão dos pneus e opcionais como chave presencial, sensor crepuscular, câmera de ré, carregador de celular por indução, faróis de neblina e rodas de liga leve. Integrante do teste de Longa Duração, o Onix Plus demonstrou desempenho consistente ao longo de 100.000 km: sua aprovação revelou grande evolução na durabilidade do motor, robustez e bom acabamento.

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    As ressalvas ficam por conta das concessionárias, ineficazes nas informações prestadas e na qualidade dos serviços. Foi justamente em razão desses percalços que a General Motors ampliou a garantia da correia dentada banhada a óleo para 240.000 km nos Onix e Onix Plus produzidos desde 2019.

    Problemas e defeitos do Chevrolet Onix Plus

    Motor 1.0 Turbo do Chevrolet Onix 
    Motor 1.0 Turbo do Chevrolet Onix (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    Turbo – Pode apresentar ruídos em rotações mais baixas, causados por folga na válvula de alívio do turbo. O problema é conhecido do fabricante, que emitiu a Instrução Técnica para substituição das molas do componente ainda em garantia.

    Correia dentada – Tem vida útil estimada de 240.000 km ou 15 anos, mas por ser banhada a óleo a durabilidade depende da especificação correta do lubrificante. Verifique o histórico de manutenções.

    Cárter –  Está sujeito a impactos severos uma vez que o vão livre de apenas 12,7 cm é baixo demais para as condições viárias do Brasil. Verifique se o componente apresenta danos como arranhões, amassados ou mesmo trincas que possam causar seu rompimento.

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    Câmbio automático – O fabricante aconselha a substituição do fluido quando houver condições de uso severo, sem especificá-las. Mas vale a pena substituir o fluido (especificação Dexron VI) e seu filtro aos 80.000 km.

    Direção elétrica – Endurecimento pode ser causado por deficiência no software. É preciso trocar todo o conjunto da direção ou o sensor de posição do volante, além da reprogramação do sistema.

    Onix Plus
    Porta malas tem espaço de sobra com seus 469 litros (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    A voz do dono

    Nome: Bruno Godoy dos Santos
    Idade: 56 anos
    Profissão: empresário
    Cidade: Petrópolis (RJ)

    O que eu adoro:  “É um dos melhores projetos na história da GM: em porte e presença não deve absolutamente nada para ícones como Monza e Vectra. Um carro robusto, confortável e econômico sem abrir mão do desempenho.”

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    O que eu odeio: “Um carro com este nível de refinamento técnico merecia ter freios a disco nas quatro rodas. Também acho a frente baixa demais: raspa com facilidade em lombadas e entradas de garagem.”

    Preço médio dos Chevrolet Onix Plus usados:

    Usados Onix
    (Reprodução/Quatro Rodas)

    Preço das peças do Chevrolet Onix Plus

    PEças Onix
    (Reprodução/Quatro Rodas)

    Nós dissemos

    NOS DISSEMOS
    (Reprodução/Quatro Rodas)

    Outubro de 2019  “Apesar de ter crescido […] e de contar com 17% a mais de aços de alta resistência […] pesa apenas 1.117 kg, 75 kg a menos do que um VW Virtus Highline. Por isso, na prática, os 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque se mostram suficientes para empurrá-lo com agilidade. […] o sedã registrou 12 e 15,7 km/l nos ciclos de cidade e estrada quando abastecido com gasolina, sendo 8,6 e 10,9 km/l, respectivamente, bebendo etanol.”

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    Pense também em um

    VIRTUS
    Automóvel Virtus Highline, da Volksvagen, durante teste comparativo da Revista Quatro Rodas. (Fernando Pires/Quatro Rodas)

    VW Virtus usado Seus 4,48 m de comprimento e 2,65 m entre os eixos proporcionam um espaço interno maior e um generoso porta–malas de 521 l. Seu motor TSI com injeção direta é o mais vigoroso do segmento, com 128 cv e 20,4 kgfm: vai de 0 a 100 km/h em 11 s e percorre 12,1 km/l na cidade e 16,7 km/l na estrada. A conectividade é outro atrativo, com um dos melhores sistemas multimídia, e a suspensão garante a dirigibilidade típica da marca.

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